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Projeto #40

Sistema pictográfico para identificação de medicamentos

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Proponentes
  • ANTÓNIO OLIVEIRA
Área de intervenção
  • Saúde de qualidade
Descrição

www.spicmed.pt

SPicMed – Sistema pictográfico para identificação de medicamentos

A ideia partiu da observação e convicção de que as pessoas, em especial as idosas, doentes crónicos e polimedicados, confundem os medicamentos, provocando problemas de diversa ordem (trocas de tomas, problemas de dosagem e insistência em levar determinados fármacos, mesmo mais caros para o utilizador e para o Estado) e que deu origem à minha tese de mestrado anexada neste documento, visto que é acessível publicamente.
Verifiquei que, com cerca de apenas uma dúzia de símbolos, se poderia criar um código pictográfico (por imagens) que representa a esmagadora maioria dos medicamentos que o público-alvo utiliza. Esse código segue uma classificação já existente, (por razões de segurança, credibilidade e internacionalização), recomendado pelas Nações Unidas – o código ATC.
Tem em vista ajudar as pessoas à identificação correta dos medicamentos, tendo em conta que estes são normalmente identificados pela sua função terapêutica (diabetes, colesterol, etc.)
Depois de mais de dois anos de estudos e da criação de uma equipa de especialistas na área da Farmácia e do Design, chegamos à última versão, que registamos em Dezembro passado.
Fomos apoiados pela OTIC do P. Porto e pela UPIN da Universidade do Porto. A Marta Fernandes é professora da Escola Superior de Media Arts e Design do Porto com a área de doutoramento em infografia (informação através de imagens) e o João Machado dos Santos professor há cerca de 30 anos na Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto.
Os símbolos têm que ser muito simples, intuitivos, perfeitamente distintivos uns dos outros e executados de modo que, com uma pequena aprendizagem, possam ser úteis.
Foi criada, entretanto, uma aplicação que poderá alavancar e massificar os símbolos junto da camada da população com facilidade em utilizar ferramentas informáticas (que embora não seja o público alvo, que, reitero, são as pessoas idosas e com menos literacia médica, poderão ajudar nos círculos familiares e profissionais à correta identificação) e que poderá ser implementado no âmbito do SIMPLEX+. Com o QRCODE colocado nas embalagens de medicamentos poder-se-ia (com qualquer smartphone com leitor de QRCode) ser direcionado para a identificação da substância ativa do medicamento.
Está neste momento disponível para uma primeira demonstração, já com algumas dezenas de substâncias ativas das mais vendidas com as descrições em inglês e tradução automática Google nas 24 línguas oficiais da União Europeia e Noruega.

Acesso em:

http://www.spicmed.org